CURSO BANCO DE DADOS - dBASE


dBASE

dBASE FOI O PRIMEIRO SGBD LARGAMENTE UTILIZADO INDUSTRIALMENTE , PELO APPLE II , APPLE MACINTOSH E PC'S IBM PARA DOS , ONDE SE TORNOU UM DOS SOFTWARES MAIS VENDIDOS DURANTE ALGUNS ANOS . O dBASE NUNCA CONSEGUIU MIGRAR COM SUCESSO PARA A PLATAFORMA MICROSOFT WINDOWS , E FOI , EM ALGUNS CASOS , SUBSTITUÍDO POR NOVOS PRODUTOS , COMO PARADOX , CLIPPER , FOXPRO E MICROSOFT ACCESS . dBASE FOI VENDIDO PARA A BORLAND EM 1991 , QUE VENDEU OS DIREITOS DA LINHA DE PRODUTOS , EM 1999 , PARA A RECÉM-FORMADA dBASE Inc .

A PARTIR DOS MEADOS DOS ANOS OITENTA , MUITAS OUTRAS COMPANHIAS PRODUZIRAM SEUS PRÓPRIOS " DIALETOS" OU VARIAÇÕES DO PRODUTO E DA LINGUAGEM . ENTRE ESSES , ESTÃO : FOXPRO ( ATUAL VISUAL FOXPRO ) , ARAGO , FORCE , RECITAL , DBFAST , DBXL , QUICKSILVER , CLIPPER , XBASE+= , FLAGSHIP E HARBOUR . TODOS FORAM CHAMADOS DE XBASE . O FORMATO DE ARQUIVO DO dBASE , O DBF , É MUITO USADO POR DIVERSOS APLICATIVOS QUE PRECISAM SOMENTE DE UM FORMATO ESTRUTURADO PARA SEUS DADOS . A LICENÇA DO dBASE FOI ENTREGUE AOS USUÁRIOS COM A VALIDADE DE 50 ANOS , PREVENINDO-SE CONTRA A IMPROVÁVEL CHANCE DE UM USUÁRIO UTILIZAR SUA LOJA DO dBASE POR UM EXTENSO PERÍODO DE TEMPO .

dBASE - APLICAÇÕES COMERCIAIS

INTRODUÇÃO

ESTE LIVRO É DESTINADO A PESSOAS QUE DESEJAM DESENVOLVER PROGRAMAS USANDO O dBASE . É NA VERDADE UMA SEQUÊNCIA PRIMER . PARA APROVEITÁ-LO AO MÁXIMO , VOCÊ DEVERÁ OU TER COMPLETADO O PRIMER OU TER ALGUM CONHECIMENTO DO dBASE .

O LIVRO ESTÁ DIVIDIDO EM 3 PARTES . OS 3 CAPÍTULOS DA PRIMEIRA PARTE FAZEM UMA REVISAO DOS FUNDAMENTOS DO dBASE E FORNECEM A BASE PARA OS DEMAIS CAPÍTULOS . NÃO HÁ REFERÊNCIA AO PRIMER OU AO MANUAL DO dBASE .

A SEGUNDA E MAIOR PARTE CONSISTE EM SETE CAPÍTULOS QUE DESCREVEM A UTILIZAÇÃO DO dBASE EM VÁRIOS PROBLEMAS FINANCEIROS . NÓS MONTAMOS UM ESQUEMA BÁSICO PARA UM SISTEMA DE SOFTWARE FINANCEIRO , COM UMA SÉRIE DE PROGRAMAS PARA ARQUIVOS DE CLIENTES , LISTAS E ETIQUETAS DE ENDEREÇAMENTO E GERENCIAMENTO DE INVENTÁRIO . COM ESTE ESQUEMA , ABORDAMOS OS PROBLEMAS MAIS DINȂMICOS VINCULADOS A ENTRADA DE PEDIDO DE VENDA , PREENCHIMENTO DE PEDIDOS E FATURAMENTO . OS PROGRAMAS NA SEGUNDA PARTE POSSUEM UMA FUNÇÃO DUPLA . CADA UM DELES RESOLVE UM PROBLEMA SIMPLES DE CONTABILIDADE E DEMONSTRA ALGUNS DOS RECURSOS DA LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO DO dBASE . COM ISSO , ELES FORNECEM AO LEITOR EXEMPLOS DE PROGRAMAÇÃO . O OBJETIVO PRINCIPAL DOS PROGRAMAS É O DE MONSTRAR AO LEITOR COMO LIDAR COM O DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS COM O dBASE PARA RESOLVER UM PROBLEMA ESPECÍFICO . O SISTEMA DE SOFTWARE EM SI NÃO TEM A INTENÇÃO DE SER COMPLETO .





O TEXTO E OS PROGRAMAS SÃO EXEMPLIFICADOS POR TECLAS E FIGURAS . QUANDO É NECESSÁRIO INTERROMPER LINHA DO PROGRAMA NO TEXTO , UM SINAL DE * FOI COLOCADO ONDE A LINHA DE PROGRAMA ESTÁ INTERROMPIDO . NO PROGRAMA AS VARIÁVEIS DE MEMÓRIA FORAM COLOCADAS EM LETRAS MINÚSCULAS PARA QUE VOCȆ POSSA DINTINGUÍ-LAS DO NOME DO CAMPO E DO ARQUIVO . NO TEXTO , AS VARIÁVEIS DE MEMÓRIA FORAM INICIALIZADAS .

USE SEMPRE O SINAL DE ASPAS SIMPLES ( ' ) OU DE ASPAS DUPLAS ( " ) EM AMBOS OS LADOS DE SUAS STRINGS DE CARACTERES , AO FAZER O PROGRAMA . NOSSA IMPRESSÃO APRESENTA ASPAS FECHADAS E ABERTAS NAS PARTES DE TEXTO , ILUSTRANDO ASPECTOS DO PROBLEMA . ENTRETANTO , VOCȆ DEVERÁ USAR AS ASPAS EM SEU TECLADO DO COMPUTADOR AO ESCREVER SEUS PROGRAMAS . NUNCA USE O SINAL DE ACENTUAÇÃO .

A ÚLTIMA PARTE CONSISTE EM QUATRO CAPÍTULOS . ELA LIDA COM TÓPICOS E ARTIFÍCIOS ESPECIAIS , BEM COMO EXPLICAÇÕES GENÉRICAS DE QUESTÕES COMO , POR EXEMPLO , COMO APROVEITAR AO MÁXIMO O COMANDO REPORT E COMO LIDAR COM A DATA COMO UM TIPO DE DADOS . O LEITOR DEVERÁ BUSCAR ESSES ARTIFÍCIOS AO DESENVOLVER SEUS PRÓPRIOS PROGRAMAS .

O MÉTODO DO LIVRO É REALMENTE O DO " APRENDER FAZENDO " - A MAIORIA DE NÓS APRENDE MAIS FACILMENTE QUANDO ESTÁ TENTANDO EFETIVAMENTE FAZER ALGO . UM DOS MELHORES MÉTODOS É EXAMINAR O MÉTODO UTILIZADO POR ALGUMA OUTRA PESSOA PARA RESOLVER UM DETERMINADO PROBLEMA E ENTÃO ADAPTAR A SOLUÇÃO PARA RESOLVER O NOSSO PROBLEMA ESPECÍFICO . A NOSSA ADAPTAÇÃO SERÁ ESCRITA , POR UMA VEZ , SE TORNARÁ MODELO PARA ALGUMA OUTRA PESSOA .





PARTE UM

FUNDAMENTOS DO dBASE





CAPÍTULO UM

ELEMENTOS BASICOS SOBRE OS BANCOS DE DADOS

QUASE TODAS AS PROFISSÕES OU EMPRESAS REQUEREM ALGUM SISTEMA BEM ORGANIZADO PARA O ARMAZENAMENTO E RECUPERAÇÃO DE INFORMAÇÕES . JÁ SE FORAM OS DIAS DOS CÁLCULOS MENTAIS , MESMO A MICROEMPRESA PODE SE BENEFICIAR DE UM EFICIENTE SISTEMA GERENCIADOR DE DADOS E O GERENCIAMENTO DE DADOS É , SEM DÚVIDA , UM DOS MAIS ÚTEIS EMPREGOS QUE SE PODE DAR AO MICROCOMPUTADOR .

O BANCO DE DADOS É SIMPLESMENTE UM CONJUNTO DE DADOS ORGANIZADOS DE FORMA A SEREM USADOS COM UM DETERMINADO OBJETIVO . UM EXEMPLO COMUM DE BANCO DE DADOS É A LISTA TELEFȎNICA , UM CONJUNTO DE INFORMAÇÕES ORGANIZADAS DE MODO A POSSIBILITAR A FÁCIL LOCALIZAÇÃO DE NÚMEROS TELEFȎNICOS . COMO EXEMPLO COMUM É O SISTEMA DE ÍNDICE POR CARTÕES , USADO EM BIBLIOTECAS . ESSES BANCOS DE DADOS TEM A FINALIDADE MAIS AMPLA DE TORNAR EFICIENTES OS SISTEMAS TELEFȎNICOS E BIBLIOTECÁRIOS .

EMPRESAS E OUTRAS ORGANIZAÇÕES TȆM SEUS PRÓPRIOS SISTEMAS DE BANCOS DE DADOS : ARQUIVOS DE CLIENTES , ARQUIVOS COM INFORMAÇÕES PESSOAIS , INVENTÁRIOS , REGISTROS DE VENDAS , TABELAS DE IMPOSTOS , ETC . AS ESCOLAS TEM CURRÍCULOS DOS ALUNOS , LISTAS DE CHAMADAS , ARQUIVO DE FUNCIONÁRIOS , RELATÓRIO DE FREQUȆNCIA E INVENTÁRIOS . TODOS ESSES BANCOS DE DADOS POSSIBILITAM O BOM FUNCIONAMENTO DE UMA EMPRESA OU ORGANIZAÇÃO .

A MAIORIA DOS BANCOS DE DADOS É MONTADA COMO TABELAS COM LINHAS E COLUNAS - ESTE É UM MODO DE ORGANIZAR INFORMAÇÕES QUE TODOS USAMOS E INTUITIVAMENTE COMPREENDEMOS . A LISTA TELEFȎNICA , POR EXEMPLO , É ORGANIZADA DESSA FORMA :

NOME - ENDEREÇO - TELEFONE

--------------------------------------------

CARDOSO, B. - R 2 AV. B. LEME - 389-8923

DIAS, E. Z. - R 123 AL. FRANCA - 555-1234

JUNQUEIRA, A. - R 8931 L. FERREIRA - 789-4309





ANTES DA ERA DO COMPUTADOR , TODOS OS BANCOS DE DADOS ERAM ARMAZENADOS EM PAPEL , LIVROS - CARTÃO OU EM FICHÁRIOS . PARA CRIAR , MODIFICAR , ARMAZENAR E RECUPERAR DADOS NOSSOS BANCOS , EM PAPEL , ERA NECESSÁRIA A EFETIVA MANIPULAÇÃO FÍSICA DOS DADOS COMPUTADORIZADOS , A INFORMAÇÃO ERA ARMAZENADA COMO ÁREAS MAGNÉTICAS EM UM DISCO . USANDO O COMPUTADOR NÃO É POSSÍVEL O ACESSO FÍSICO AOS DADOS , ASSIM , TORNA-SE NECESSÁRIO UM MÉTODO PARA SE LIDAR COM ELES . NOSSO VEÍCULO SE´RA ENTÃO UMA FORMA DE SOFTWARE PARA COMPUTADOR - UM SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS - DATABASE MANAGEMENTS SYSTEM ( DBMS ) . O dBASE , QUE EXAMINAMOS NESSE LIVRO , É UM DBMS BASTANTE CONHECIDO . UMA VEZ QUE O USUÁRIO CONHEÇA OS ELEMENTOS OU COMANDOS BÁSICOS , COM O SISTEMA GERENCIADOR DE DADOS ELE PODERÁ MANIPULAR VÁRIAS QUANTIDADES DE DADOS MUITO MAIS FACILMENTE QUE COM AQUELES ARMAZENADOS EM PAPEL .

COMO A MAIORIA DOS SISTEMAS GERENCIADORES DE BANCO DE DADOS , O dBASE ORGANIZA OS DADOS EM LINHAS E COLUNAS . AS COLUNAS SÃO CHAMADAS CAMPOS . AS LINHAS SÃO CHAMADAS REGISTROS . OS TÍTULOS DAS COLUNAS SÃO CHAMADOS NOMES DE CAMPOS . O DBMS É COMPOSTO POR VÁRIAS PARTES FUNCIONAIS .

FREQUENTEMENTE , USA-SE DOIS OU MAIS BANCOS DE DADOS EM CONJUNTO , POR EXEMPLO , SE TIVERMOS UM BANCO DE DADOS DE ESTUDANTES E / OS OUTROS DE PROFESSORES . PODEMOS SABER QUEM É O PROFESSOR DE TOMÁS JULIANO POR MEIO DE UMA REFERÊNCIA CRUZADA ÀS DUAS TABELAS DE BANCO DE DADOS , USANDO COMO REFERÊNCIA A SALA DE AULA DE TOMÁS . AO FAZER ISSO , ESTAMOS RELACIONANDO A INFORMAÇÃO , DE UMA DAS TABELAS , À INFORMAÇÃO DE UMA OUTRA . ESTA É UMA OPÇÃO SIMPLES QUE UTILIZAREMOS O TEMPO TODO .

O SISTEMA GERENCIADOR DE DADOS , QUE OS UTILIZA ORGANIZADOS COMO LINHAS E COLUNAS PARA POSSIBILITAR AO USUÁRIO RELACIONAR ( EM REFERȆNCIA CRUZADA ) DADOS DE TABELAS ORGANIZADAS EM BANCOS DE DADOS , É DENOMINADO RELACIONAL . O dBASE É UM SISTEMA GERENCIADOR DE DADOS RELACIONAL .

EM UM CERTO SENTIDO , O SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS É SEMELHANTE A UM RAPAZ DO ESTOQUE EM UM SUPERMERCADO : ELE CUIDA DE TODAS AS TAREFAS ROTINEIRAS VINCULADAS AO ARMAZENAMENTO , MANUTENÇÃO , EXCLUSÃO , MODIFICAÇÃO E RECUPERAÇÃO DE DADOS . HÁ GERALMENTE TRȆS " LINGUAGENS " INCORPORADAS PARA POSSIBILITAR A COMUNICAÇÃO COM ESSE TRABALHADOR VERSÁTIL .

* A LINGUAGEM DE DEFINIÇÃO DE DADOS - DATA DEFINITION LANGUAGE ( DDL ) - PERMITE CRIAR E MODIFICAR A ESTRUTURA DE UM BANCO DE DADOS . EM UM SISTEMA RELACIONAL COMO O dBASE , A ESTRUTURA CONSISTE EM NOMES DE CAMPOS , NO TAMANHO DE CADA UM DELES E NO TIPO DE DADOS QUE ESTÃO ARMAZENADOS EM CADA CAMPO ( TIPO DE CAMPO ) .

* A LINGUAGEM DE MANIPULAÇÃO DE DADOS - DATA MANIPULATION LANGUAGE ( DML ) - POSSIBILITA MODIFICAR O CONTEÚDO DO BANCO DE DADOS . O ACRÉSCIMO , A EDIÇÃO E EXCLUSÃO DE REGISTROS SÃO TAREFAS DA DML .

* A LINGUAGEM DE CONSULTA PERMITE LOCALIZAR E RECUPERAR DADOS COM A FINALIDADE DESEJADA . ELA TAMBÉM PERMITE CONECTAR O SISTEMA A UM PROGRAMA APLICATIVO .

* O GERADOR DE RELATÓRIO PERMITE EXTRAIR DADOS DO BANCO DE DADOS PARA PRODUZIR SAÍDAS TANTO IMPRESSAS COMO NO VÍDEO .

NO dBASE , OS TRÊS ELEMENTOS " LINGUAGEM " E O GERADOR DE RELATÓRIOS SÃO COMBINADOS EM UM PACOTE INTEGRADO CHAMADO " LINGUAGEM DE DESENVOLVIMENTO APLICATIVO " - APLICATIONS DEVELOPMENT LANGUAGE ( ADL ) . PARA INICIAR NO dBASE É NECESSÁRIO CONHECER UM POUCO DE SUA TERMINOLOGIA .





A TERMINOLOGIA BÁSICA DO dBASE

QUANDO FOR INSERIR OS DADOS NO COMPUTADOR , O USUÁRIO PRECISARÁ ESTABELECER UM ARQUIVO , DANDO UM NOME AO ARQUIVO , ESTABELECENDO A ESTRUTURA DE REGISTRO E INFORMANDO AO COMPUTADOR O TIPO E TAMANHO DE CAMPO . O dBASE TEM , INCORPORADAS , MENSAGENS DO SISTEMA OPERACIONAL QUE AUXILIARÃO O USUÁRIO A CRIAR OS ARQUIVOS .

OS NOMES DOS BANCOS DE DADOS

OS BANCOS DE DADOS DO dBASE SÃO ARMAZENADOS EM ARQUIVOS EM DISCO . CADA ARQUIVO TEM UM NOME ESPECÍFICO , CHAMADO " NOME DE ARQUIVO " . COM O dBASE UTILIZA O SISTEMA OPERACIONAL DO COMPUTADOR PARA ARMAZENAR OU RECUPERAR INFORMAÇÕES DO BANCO DE DADOS , ELE DEVE SER COMPATÍVEL COM AS REGRAS PARA NOMES DE ARQUIVOS DO SISTEMA OPERACIONAL . FELIZMENTE PARA O USUÁRIO , A MAIORIA DOS SISTEMAS OPERACIONAIS TEM REGRAS COMPÁTIVEIS PARA OS NOMES DE ARQUIVOS .

OS NOMES DE ARQUIVOS PODEM TER OITO CARACTERES OU MENOS . DEVEM SER INICIADOS POR UMA LETRA E NÃO PODEM TER ESPAÇOS EM BRANCO NO MEIO .

OS DADOS

SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS ( DBMS )

* LINGUAGEM DE MANIPULAÇÃO DE DADOS

* LINGUAGEM DE DEFINIÇÃO DE DADOS

* LINGUAGEM DE CONSULTA

* GERADOR DE RELATÓRIOS





NOME DO ALUNO - SALA - CLASSE

-----------------------------------------------

ÂNGELA, AGUIAR - 13 - 1

BORGES, EDSON - 26 - 1

CINTRA, CARLOS - 15 - 2

JULIANO, TOMÁS - 20 - 3


NOME DO PROFESSOR - SALA - CLASSE

-----------------------------------------------

BONFIM, WALTER - 25 - 1

NEVES, MARIA - 16 - 2

PRADO, PLÍNIO - 13 - 1

WILSON, JORGE - 20 - 3

EXEMPLO DE BANCO DE DADOS RELACIONAL

BONS NOMES DE ARQUIVOS :

CIDADOS1

BCODADOS

ALFA

NOMES INADEQUADOS DE ARQUIVOS :

12A1

DADOS A

BCO DADOS

VOLTANDO AO NOSSO EXEMPLO DE AGENDA TELEFȎNICA , PODERÍAMOS TER UM ARQUIVO DESSE TIPO SOB O NOME " AGENDTEL " .

NOME DE CAMPOS

AS REGRAS PARA OS NOMES DE CAMPOS ( TÍTULOS DE COLUNAS ) SÃO SEMELHANTES ÀS DOS NOMES DOS ARQUIVOS . O NOME DE CAMPO PODE TER DEZ OU MENOS LETRAS E NÚMEROS . DEVE COMEÇAR POR UMA LETRA E NÃO PODE TER INTERCALADOS ESPAÇOS EM BRANCO . EM NOSSO EXEMPLO DE AGENDA TELEFȎNICA , OS NOMES DE CAMPOS SERIAM O " NOME " , " ENDEREÇO " E " TELEFONE " .





TIPOS DE CAMPOS

O TIPO DE CAMPO DETERMINA O TIPO DE DADOS QUE PODEM SER ARMAZENADOS EM UM DETERMINADO CAMPO . HÁ TRÊS TIPOS DE CAMPOS DE CARACTERES , NUMÉRICOS E LÓGICOS .

OS CAMPOS DE CARACTERES PODEM CONTER TUDO QUE FOR POSSÍVEL DIGITAR : LETRAS , NÚMEROS , ESPAÇOS EM BRANCO E SÍMBOLOS . UM NÚMERO TELEFÔNICO PODERÁ SER UM CAMPO DECARACTERES JÁ QUE COM ELES NÃO SERÃO EFETUADOS CÁLCULOS .

OS CAMPOS NUMÉRICOS PODEM CONTER NÚMEROS , UM PONTO DE DECIMAL E UM SINAL DE SUBTRAÇÃO . OS NÚMEROS PODEM SER INTEIROS OU DECIMAIS . OS CAMPOS NUMÉRICOS SÃO USADOS QUANDO HÁ CÁLCULOS ARITMÉTICOS A SEREM EFETUADOS .

OS CAMPOS LÓGICOS PODEM CONTER T E F OU Y E N ( VERDADEIRO OU FALSO , SIM OU NÃO ) . SÃO USADOS NOS CAMPOS ONDE O VALOR ARMAZENADO PODE SER APENAS UMA ENTRE DUAS POSSIBILIDADES . POR EXEMPLO , COM ARQUIVO AGENDTEL , PODEMOS ESTABELECER UM CAMPO DENOMINADO " ATUALIZADO " . ENTÃO , SE PERGUNTARMOS AO COMPUTADOR SE ELE ESTÁ ATUALIZADO , PODEREMOS RECUPERAR OS DADOS DESSE CAMPO COMO Y OU N ( ATUALIZADO OU NÃO - ATUALIZADO ) , DEPENDENDO DO QUE CONTIVER AQUELE REGISTRO .

TAMANHO DE CAMPO

O TAMANHO DE CAMPO É SIMPLESMENTE O NÚMERO DE ESPAÇOS EQUIVALENTE AOS DE UMA MÁQUINA DE ESCREVER EM UMA COLUNA . NO CASO DE UM CAMPO LÓGICO , ELE É SEMPRE UM . NOS DEMAIS , A DETERMINAÇÃO DO TAMANHO DO CAMPO DEPENDE DO QUE O USUÁRIO CALCULAR COMO O TAMANHO MÁXIMO NECESSÁRIO PARA CAMPO EM QUESTÃO .

VOCABULÁRIO DE COMANDOS BÁSICOS

UMA VANTAGENS DO dBASE É QUE ELE PODE SER USADO COM EFICIÊNCIA SEM QUE O USUÁRIO REALMENTE CONHEÇA MUITO A SE RESPEITO . O dBASE É UM DBMS ORIENTADO POR COMANDOS . ISSO SIGNIFICA QUE O USUÁRIO DEVERÁ INFORMAR-LHE QUE TAREFA DESEJA QUE ELE CUMPRA . ELE PODERÁ OPERAR O ARQUIVO INTERATIVAMENTE , POR MEIO DO TECLADO - EXECUTANDO AS FUNÇÕES BÁSICA DO BANCO DE DADOS - COM O USO DE APENAS UM VOCABULÁRIO BASTANTE LIMITADO : O VOCABULÁRIO DE COMANDOS BÁSICOS CONSISTE EM APENAS 20 PALAVRAS .

CREATE

USE

APPEND

DISPLAY

LIST

SUM

FOR

SORT

INDEX

LOCATE

FIND

EDIT

COUNT

REPLACE

DELETE

RECALL

PACK

REPORT

QUIT

COPY





ESSAS PALAVRAS - CHAVE FAZEM EXATAMENTE O QUE CADA UMA DELAS SUGERE . PARA QUE VOCÊ PERCEBA MELHOR COMO SÃO USADAS E O QUE REALMENTE FAZEM , NÓS CRIAREMOS UM BANCO DE DADOS COM OS APRESENTADOS NA FIGURA 3 . ESSE BANCO DE DADOS , QUE SERVE COMO EXEMPLO , CONTÉM SOMENTE CINCO REGISTROS , MAS É BEM APROPRIADO PARA DEMONSTRAR O USO DO VOCABULÁRIO BÁSICO . AS OPERAÇÕES DO BANCO DE DADOS SÃO SEMPRE AS MESMAS , SEJA COM CINCO REGISTROS , SEJA COM 50.000 .

NOME PECA - QTIDADE - ESTOQ MIN - PRECO UNIT

----------------------------------------------------------------------

MARTELO , DE ORELHA 3/4" - 6 - 6 - 10880.00

CHAVE DE PARAFUSO , CAIXA 5/8" - 4 -6 - 4290.00

CHAVE DE PARAFUSO , CAIXA 3/4" - 8 - 5 - 6190.00

MARTELO , DE BOLA 1 1/2" - 5 - 3 - 8150.00

ALICATE , DE FIO 3/4" - 11 - 5 - 3890.00

FIGURA 3 . EXEMPLO DE BANCO DADOS


O SISTEMA OPERACIONAL

O SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DADOS DE SEU MICRO É UM PROGRAMA QUE OPERA SOB O CONTROLE DO SISTEMA OPERACIONAL DO COMPUTADOR . ELE SEGUE REGRAS DETERMINADAS PELO SISTEMA OPERACIONAL , COMO A ESTRUTURA DOS NOMES DOS BANCOS DE DADOS ( NOMES DOS ARQUIVOS ) . TAMBÉM OPERA EM CONJUNTO COM O SISTEMA OPERACIONAL E , NA MAIORIA DOS CASOS , ISOLA O USUÁRIO DAS PECULIARIDADES DE UM DETERMINADO SISTEMA .

O dBASE TRABALHA COM OS SEGUINTES SISTEMAS OPERACIONAIS DE MICROS .

CP/M®

CP/M-86™

PC DOS™

MS DOS™

TRSDOS™

CONCURRENT CP/M

NA MAIOR PARTE DO TEMPO , AO USAR O dBASE , O USUÁRIO NÃO PERCEBERÁ AS DIFERENÇAS ENTRE ESSES SISTEMAS OPERACIONAIS , ENTRETANTO , HÁ ALGUMAS DELAS QUE DEVERÃO SER CONHECIDAS . SEMPRE QUE TIVERMOS UMA ÁREA EM QUE AS DIFERENÇAS ENTRE OS SISTEMAS OPERACIONAIS AFETEM O dBASE , ELAS SERÃO INDICADAS NESTE MANUAL .


O USO DO dBASE

EM TODOS OS SISTEMAS OPERACIONAIS ACIMA , O INDICADOR APARECERÁ NO LADO ESQUERDO DE SEU TERMINAL DE VÍDEO DA SEGUINTE FORMA :

A >





PARA USAR O dBASE , PRIMEIRAMENTE DIGITE OS CARACTERES DBASE , APÓS O INDICADOR DO SISTEMA OPERACIONAL .

A >DBASE

ENTÃO PRESSIONE < RETURN > ( OU ENTER , ETC , DEPENDENDO DO SEU COMPUTADOR ) . COM ISSO , O PROGRAMA DBASE.COM É CARREGADO NA MEMÓRIA DO COMPUTADOR . APÓS O dBASE ESTAR CARREGADO , A TELA EXIBIRÁ A MENSAGEM :

DIGITAR A DATA OU TECLAR RETURN

# PARA NENHUMA

(MM/DD/AA) :

DEPOIS DE FORNECIDA A DATA , A TELA EXIBIRÁ ( NA VERSÃO 2.4 POR EXEMPLO ) :

*** dBASE Ver 2.43 26 MAR 1985

O " PONTO " ABAIXO DOS ASTERISCOS É CHAMADO INDICADOR DE PONTO . ESSE É O MODO DE O dBASE INFORMAR QUE ESTÁ PRONTO PARA RECEBER COMANDOS .

PARA QUE O dBASE FAÇA ALGO DE ÚTIL É NECESSARIO PRIMEIRAMENTE UM BANCO DE DADOS . PARA CRIAR UM BANCO DE DADOS COM O dBASE PRECISARMOS DIGITAR A PALAVRA CREATE APÓS O INDICADOR DE PONTO ; O COMPUTADOR RESPONDERÁ SOLICITANDO UM NOME DE ARQUIVO . NA TELA 1 , MOSTRAMOS O DIÁLOGO COM O dBASE QUE DEFINE O NOSSO BANCO DE DADOS . O " B: " ANTES DO NOME DO ARQUIVO EXEMPLO INDICA AO dBASE QUE O ARQUIVO SERÁ ARMAZENADO NA UNIDADE DE DISCO B .

PRIMEIRAMENTE É NECESSÁRIO DETERMINAR A ESTRUTURA DO ARQUIVO . CADA UM DOS CAMPOS DO BANCO DE DADOS É DEFINIDO DIGITANDO-SE O NOME , O TIPO E O TAMANHO DO CAMPO - CADA UM DELES SEPARADO POR VÍRGULAS E SEM ESPAÇOS . O TIPO DE CAMPO É DESIGNADO POR UM C DE CARACTERE , N DE NUMÉRICO , E L DE LÓGICO ( OBSERVE QUE DIGITAMOS UMA CASA DECIMAL APENAS NO CAMPO 4 , PREÇO ) O dBASE CONSIDERA COMO NÃO HAVENDO DECIMAIS , A MENOS QUE HAJA INSTRUÇÕES EM CONTRÁRIO .

INDICAMOS QUE ESTÁ TERMINADA A DEFINIÇÃO DOS CAMPOS , TECLANDO < RETURN > AO RECEBERMOS UMA MENSAGEM DO SISTEMA PARA INSERIR UM CAMPO . NESSE CASO TECLAMOS < RETURN > , QUANDO O SISTEMA SOLICITOU A DEFINIÇÃO DO CAMPO 5 .

NO EXEMPLO , INDICAMOS QUE VAMOS FORNECER OS DADOS IMEDIATAMENTE . ASSIM QUE TECLARMOS Y EM RESPOSTA A IMPUT DATA , NOW ? ( INSERIR OS DADOS , AGORA ? ) A TELA FICARÁ LIMPA E APARECERÁ O DISPLAY DA TELA 2 .

O CURSOR , QUE INDICAREMOS COM UM " * " , É POSICIONADO PARA QUE O USUÁRIO INSIRA O NOME DA PEÇA . PARA FORNECER OS DADOS , BASTA APENAS DIGITÁ-LOS CONFORME DESEJADO . O CURSOR SE MOVERÁ SOMENTE NAS ÁREAS DA TELA DELIMITADAS PELA VÍRGULA , QUE SÃO AS LARGURAS QUE O USUÁRIO DELIMITOU AO ESTABELECER O ARQUIVO . SE FOR PRESSIONADO < RETURN > EM VEZ DE SE INSERIR O NOME DA PEÇA , O PROCESSO DE INSERÇÃO DE DADOS SERÁ INTERROMPIDO E O PROGRAMA RETORNARÁ AO NÍVEL DO COMANDO dBASE ( É UM INDICADOR DE PONTO ) . SE COMETER UM ERRO AO INSERIR OS DADOS , O USUÁRIO PODERÁ DESLOCAR O CURSOR NA TELA , UTILIZANDO A TECLA CONTROL , JUNTAMENTE COM AS TECLAS E , S , D E X . A TECLA CONTROL É USADA COMO A TECLA SHIFT . SE FOR PRESSIONADA JUNTAMENTE COM A TECLA E , O CURSOR SE MOVERÁ UM CAMPO PARA CIMA NA TELA . CONTROL X FARÁ O CURSOR MOVER-SE UM CAMPO PARA BAIXO NA TELA . CONTROL S FARÁ O CURSOR MOVER-SE UM CARACTERE PARA A ESQUERDA E CONTROL D FARÁ O CURSOR MOVER-SE UM CARACTERE PARA A DIREITA .





TELA 1. EXEMPLO DA CRIAÇÃO DE UM BANCO DE DADOS

. CREATE

ENTRE O NOME DO ARQUIVO : B:EXEMPLO

ENTRE A ESTRUTURA DO REGISTRO NA FORMA SEGUINTE:

CAMPO, NOME, TIPO, TAMANHO, CASAS DECIMAIS

001 NOMEPECA, C, 30

002 QTIDADE, N, 3

003 ESTOQMIN, N, 3

004 PRECO, N, 10, 2

005

DESEJA COMECAR ENTRADA DE DADOS AGORA ?


QUANDO O PROCESSO DE INSERÇÃO DE DADOS ASSOCIADO A CREATE SE ENCERRA , O ARQUIVO DO BANCO DE DADOS É FECHADO . NESSE PONTO , NÃO ESTÁ MAIS SENDO USADO NENHUM BANCO DE DADOS . PARA USAR UM BANCO DE DADOS JÁ EXISTENTE , É NECESSÁRIO DIGITAR USE SEGUIDO PELA IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE DE DISCO DE UM NOME DE ARQUIVO .

. USE B:EXEMPLO

O COMANDO USE ENCERRA QUALQUER ARQUIVO QUE ESTEJA SENDO USADO E ABRE AQUELE QUE FOR NOMEADO . NESTE CASO , FOI ABERTO O ARQUIVO EXEMPLO , LOCALIZADO NA UNIDADE DE DISCO B .

PARA ACRESCENTAR REGISTROS A UM BANCO DE DADOS JÁ EXISTENTE , USA-SE O COMANDO APPEND .

. APPEND

O COMANDO APPEND APRESENTA UMA TELA IDÊNTICA À QUE MOSTRAMOS NA TELA 2 . EXCETO PELO FATO DE QUE O NÚMERO DO REGISTRO SERÁ DAQUELE QUE ESTÁ SENDO ACRESCENTADO .

OS COMANDOS DISPLAY E LIST PERMITEM EXAMINAR OS REGISTROS NO BANCO DE DADOS . LIST APRESENTA TODOS OS REGISTROS NO BANCO DE DADOS QUE ESTÁ SENDO USADO . ISSO DEMONSTRADO NA TELA 3 . OS NÚMEROS DA COLUNA EXTREMA ESQUERDA SÃO OS NÚMEROS DE REGISTROS NO BANCO DE DADOS . O COMANDO DISPLAY ALL PRODUZ UM RESULTADO SEMELHANTE AO DE LIST , EXCETO QUE A APRESENTAÇÃO NA TELA SE INTERROMPE A CADA 15 REGISTROS . O COMANDO DISPLAY EXIBE O REGISTRO ATUAL . NESTE CASO , O BANCO DE DADOS É POSICIONADO NO ÚLTIMO REGISTRO DEVIDO AO USO DE LIST . A TELA 4 ILUSTRA O COMANDO DISPLAY .





LIST , DISPLAY E MUITOS DOS OUTROS COMANDOS PODEM SER MELHORADOS OU TORNAR-SE MAIS ESPECÍFICOS , COMO MOSTRA TELA 5 . NOS DOIS EXEMPLOS APRESENTADOS NESSA TELA , ELA FOI SOMENTE OS REGISTROS EM QUE SATISFIZERAM UMA CONDIÇÃO ESPECÍFICA . NO PRIMEIRO EXAMINAMOS SOMENTE OS REGISTROS EM QUE O CONTEÚDO DE CAMPO NOMEPECA COMECA POR MARTELO . OBSERVE QUE MARTELO VEM ENTRE APOSTROFOS . O APOSTROFO NESTE CASO , É CHAMADO DELIMITADOR . NO SEGUNDO EXEMPLO , ESTAMOS COMPARANDO OS CONTEÚDOS DOS DOIS CAMPOS QTIDADE E ESTOQMIN . A TELA MOSTRA SOMENTE O REGISTRO EM QUE O CONTEÚDO DO CAMPO QTIDADE É MENOR QUE O DO CAMPO ESTOQMIN .

PODEMOS TAMBÉM , APRESENTAR OS CAMPOS ESCOLHIDOS NOMEANDO OS QUE SERÃO EXIBIDOS . ESSA TÉCNICA PODE SER COMBINADA COM O ÚLTIMO EXEMPLO , VER TELA 6 .

OBSERVE QUE , NESSE EXEMPLO , APRESENTAMOS INCLUSIVE OS RESULTADOS DE UMA OPERAÇÃO EFETUADA EM DOIS CAMPOS . MULTIPLICAMOS ( * ) O CONTEÚDO DO CAMPO QTIDADE PELO CONTEÚDO DO CAMPO PRECO E APRESENTAMOS O RESULTADO NA COLUNA DA DIREITA .

TELA 2. EXEMPLO DE UMA TELA NORMAL DE ENTRADA DE DADOS

RECORD # 00001

NOMEPECA :

QTIDADE :

ESTOQMIN :

PRECO :





TELA 3. LISTAGEM DO CONTEUDO DO EXEMPLO DO BANCO DE DADOS

. LIST

00001 MARTELO, DE ORELHA 3/4" 6 6 10880.00

00002 CHAVE DE PARAFUSO, CAIXA 5/8" 4 6 4290.00

00003 CHAVE DE PARAFUSO, CAIXA 1/4" 8 5 6190.00

00004 MARTELO, DE BOLA 1 1/2" 5 3 8150.00

00005 ALICATES, DE FIO 3/4" 11 5 3890.00





TELA 4. EXEMPLO DO COMANDO DISPLAY

. DISPLAY

00005 ALICATES, DE FIO 3/4" 11 5 3890.00





TELA 5. EXEMPLO DO COMANDO DISPLAY FOR

. DISPLAY ALL FOR NOMEPECA="MARTELO"

00001 MARTELO, DE ORELHA 3/4" 6 6 10880.00

00004 MARTELO, DE BOLA 1 1/2" 5 3 8150.00

. DISPLAY ALL FOR QTIDADE < ESTOQMIN

00002 CHAVE DE PARAFUSO, CAIXA 5/8" 4 6 4290.00

.





TELA 6. EXEMPLO DE UMA TELA DE CAMPO SELETIVO

. DISPLAY ALL NOMEPECA, QTIDADE, PRECO, QTIDADE*PRECO

00001 MARTELO, DE ORELHA 3/4" 6 10880.00 65280.00

00002 CHAVE DE PARAFUSO, CAIXA 5/8" 4 4290.00 17160.00

00003 CHAVE DE PARAFUSO, CAIXA 1/4" 8 6190.00 49520.00

00004 MARTELO, DE BOLA 1 1/2" 5 8150.00 40750.00

00005 ALICATES, DE FIO 3/4" 11 3890.00 42790.00

.





OBSERVE TAMBÉM QUE OS REGISTROS ESTÃO DISPOSTOS NA ORDEM EM QUE FORAM DIGITADOS . PARA REORGANIZÁ-LOS EM UM ARQUIVO DE BANCO DE DADOS NUMA DETERMINADA ORDEM - QUER ALFABÉTICA QUER NUMÉRICA - PODE-SE UTILIZAR OS COMANDOS SORT E INDEX .

A TELA 7 MOSTRA UM BOM EXEMPLO DE CLASSIFICAÇÃO ( SORT ) EM ORDEM ALFABÉTICA NO CAMPO NOMEPECA . A CLASSIFICAÇÃO CRIA UM NOVO ARQUIVO DE BANCO DE DADOS , QUE NESTE CASO DENOMINAMOS INVENTAR E QUE ESTÁ LOCALIZADO NO DISCO B . OBSERVE QUE OS ITENS ESTÃO AGORA EM ORDEM ALFABÉTICA PELO NOME DA PECA E QUE OS NÚMEROS DE REGISTROS PARA CADA PEÇA SÃO DIFERENTES DO QUE ERAM EM NOSSO BANCO DE DADOS ORIGINAL , EXEMPLO .

A TELA 8 MOSTRA UM MÉTODO ALTERNATIVO PARA CLASSIFICAR DADOS . ESSA TÉCNICA É CHAMADA INDEXAÇÃO . A INDEXAÇÃO CRIA UM NOVO ARQUIVO CHAMADO ARQUIVO DE ÍNDICE ( INDEX ) , PORÉM ELA MANTÉM UMA RELAÇÃO ENTRE OS ÍTENS EM QUE ESTAMOS INTERESSADOS E O NÚMERO DO REGISTRO . OBSERVE QUE NESSE EXEMPLO OS NOMES DE PEÇAS TAMBÉM APARECEM EM ORDEM ALFABÉTICA E , MESMO ASSIM , OS NÚMEROS DE REGISTROS SÃO OS MESMOS DO ARQUIVO ORIGINAL , EXEMPLO .

SE AO TRABALHAR COM UM ARQUIVO , O USUÁRIO NÃO PUDER SE LEMBRAR DO NOME DE UM CAMPO , ELE PODERÁ USAR O COMANDO DISPLAY STRUCTURE , COMO MOSTRA A TELA 9 , PARA OBTER OS NOMES DE CAMPO NO BANCO DE DADOS . OBSERVE QUE DISPLAY STRUCTURE TAMBÉM APRESENTA O NÚMERO DE REGISTROS , A ÚLTIMA VEZ EM QUE O BANCO DE DADOS FOI MODIFICADO ( SE FOI DIGITADA A DATA COMO SOLICITADO OU SE O USUÁRIO TEM UM IBM PC ) E O NÚMERO TOTAL DE BYTES EM UM REGISTRO , A FIM DE PERMITIR A ADIÇÃO DO ASTERISCO DE EXCLUSÃO DE DADOS . ISSO PODE SER IMPORTANTE QUANDO EXISTE UM GRANDE NÚMERO DE REGISTROS OU QUANDO SE ESTÁ COPIANDO REGISTROS EM OUTRO DISCO .

O COMANDO SUM ACRESCENTARÁ O CONTEÚDO DE UM CAMPO NUMÉRICO OU UMA EXPRESSÃO QUE ENVOLVA CAMPOS , COMO MOSTRA A TELA 10 . ELE TAMBÉM PODE SER USADO EM UMA CONDIÇÃO ESPECÍFICA . ISSO É ILUSTRADO PELA TELA 11 .

O COMANDO COPY COPIARÁ TODO OU PARTE DE UM BANCO DE DADOS EM UM OUTRO . ISSO É ILUSTRADO PELA 12 . ESSE COMANDO É IMPORTANTE QUANDO SE QUER REFAZER A ESTRUTURA DE UM CAMPO SEM PERDER QUALQUER DOS REGISTROS DO ARQUIVO .

O COMANDO REPORT É UM MÉTODO EFICIENTE DE PREPARAR RELATÓRIOS FORMATADOS FORMAIS COM OS CONTEÚDOS DO BANCO DE DADOS . A FIGURA 4 MOSTRA UM EXEMPLO DESSE COMANDO . O RELATÓRIO É PREPARADO RESPONDENDO-SE A UMA SÉRIE DE PERGUNTAS SIMPLES . A TELA 13 MOSTRA A PREPARAÇÃO DO RELATÓRIO . UM RELATÓRIO PODE SER DIRECIONADO A UMA IMPRESSORA SIMPLESMENTE , DIGITANDO-SE REPORT TO PRINT . O COMANDO REPORT SERÁ EXPLICADO COM MAIS DETALHES NA PARTE III .

PARA EDITAR UM REGISTRO , O USUÁRIO DEVE CONHECER O SEU NÚMERO , OU ENTÃO , JÁ ESTAR POSICIONADO NESSE REGISTRO . PODE-SE DETERMINAR O NUMERO DO REGISTRO COM O USO DO COMANDO DISPLAY OU ENTÃO DOS COMANDOS LOCATE OU FIND . O COMANDO FIND SÓ PODE SER USADO COM UM BANCO DE DADOS INDEXADO . A TELA 14 ILUSTRA ESSES DOIS COMANDOS .

OBSERVE QUE O COMANDO LOCATE FORNECEU O NÚMERO DO REGISTRO DESEJADO . O BANCO DE DADOS É ENTÃO POSICIONADO NO REGISTRO 5 . SE O REGISTRO NÃO FOSSE LOCALIZADO , A RESPOSTA DO COMPUTADOR SERIA END OF FILE ENCOUNTERED ( FINAL DO ARQUIVO ENCONTRADO ) .





O COMANDO FIND FORNECEU UM SIMPLES INDICADOR DE PONTO . ISSO INDICA QUE O REGISTRO FOI ENCONTRADO E QUE O BANCO DE DADOS ESTÁ ADEQUADAMENTE POSICIONADO . SE O REGISTRO NÃO TIVESSE SIDO ENCONTRADO , A RESPOSTA TERIA SIDO NO FIND ( NÃO ENCONTRADO ) . EM AMBOS OS CASOS , PODEMOS EDITAR O REGISTRO POR MEIO DO COMANDO EDIT A , DO dBASE , QUE PERMITE A EDIÇÃO DO REGISTRO ATUAL . SE SOUBER O NÚMERO DE REGISTRO , O USUÁRIO PODERÁ SIMPLESMENTE DIGITAR EDIT SEGUIDO PELO NÚMERO . EDIT 3 , POR EXEMPLO , FARÁ COM QUE O dBASE EDITE O REGISTRO 3 .

O COMANDO EDIT APRESENTA UMA TELA IDÊNTICA A DO COMANDO APPEND . O CURSOR PODE SER DESLOCADO NA TELA POR MEIO DAS TECLAS CONTROL , COMO DESCRITO ANTERIORMENTE . ALÉM DISSO , PODE-SE RETROCEDER UM REGISTRO POR VEZ COM O USO DO CONTROL R , OU PODE-SE AVANÇAR , TAMBÉM UM REGISTRO POR VEZ , USANDO-SE CONTROL C , CONTROL W ENCERRA O PROCESSO DE EDIÇÃO .

UM OUTRO COMANDO DE NOSSO VOCABULÁRIO BÁSICO , QUE MODIFICARÁ OS CONTEÚDOSDO BANCO DE DADOS QUE USAMOS COMO EXEMPLO , É REPLACE . ESSE COMANDO PODE MODIFICAR O CONTEÚDO DE UM REGISTRO INDIVIDUAL , DE TODOS OS REGISTROS , OU DE ALGUNS QUE OBEDECEM A UMA DETERMINADA CONDIÇÃO . PARA ILUSTRAR ISSO , SUPONHAMOS QUE SEJA NECESSÁRIO AUMENTAR O PREÇO UNITÁRIO ( PRECO ) DAS CHAVES DE PARÁGRAFO EM 10% . O PROCESSO NECESSÁRIO PARA ISSO É EXEMPLIFICADO PELA TELA 15 .

A EXCLUSÃO DE REGISTROS É UM PROCESSO EM ESTÁGIOS . O COMANDO DELETE MARCA UM REGISTRO PARA EXCLUSÃO , O COMANDO PACK APAGA EFETIVAMENTE ESSE REGISTRO . SE MUDAR DE IDÉIA , O USUÁRIO PODERÁ " DESMARCAR " O REGISTRO POR MEIO DO COMANDO RECALL . A TELA 16 DEMONSTRA ESSE PROCEDIMENTO .

TELA 7. EXEMPLO DE CLASSIFICAÇÃO DE UM CAMPO - NOMEPECA

. SORT ON NOMEPECA TO B:INVENTAR

FIM DO SORT

. USE B:INVENTAR

. LIST

00001 ALICATE, DE FIO 3/4" 11 5 3890.00

00002 CHAVE DE PARAFUSO, CAIXA 1/4" 8 5 6190,00

00003 CHAVE DE PARAFUSO, CAIXA 5/8" 4 6 4290.00

00004 MARTELO, DE BOLA 1 1/2" 5 3 8150.00

00005 MARTELO, DE ORELHA 3/4" 6 6 10880.00





TELA 8. EXEMPLO DE UM BANCO DE DADOS INDEXADO

. USE B:EXEMPLO

. INDEX ON NOMEPECA TO INVENTAR

00005

REGISTROS INDEXADOS

. LIST

00005 ALICATE, DE FIO 3/4" 11 5 3890.00

00003 CHAVE DE PARAFUSO, CAIXA 1/4" 8 5 6190,00

00002 CHAVE DE PARAFUSO, CAIXA 5/8" 4 6 4290.00

00004 MARTELO, DE BOLA 1 1/2" 5 3 8150.00

00001 MARTELO, DE ORELHA 3/4" 6 6 10880.00





TELA 9. EXEMPLO DE DISPLAY STRUCTURE

. DISP STRU

ESTRUTURA PARA ARQUIVO B:EXEMPLO.DBF

NUMERO DE REGISTROS : 00005

DATA DA ULTIMA ATUALIZACAO : 01/01/80

BANCO DE DADOS DE USO PRIMARIO

CAMPO NOME TIPO TAM. DEC.

001 NOMEPECA C 030

002 QTIDADE N 003

003 ESTOQMIN N 003

004 PRECO N 010 002

** TOTAL ** 00047





TELA 10. EXEMPLO DO COMANDO SUM

. SUM QTIDADE*PRECO

215500.00

. SUM QTIDADE

34

.





TELA 11. EXEMPLO DO COMANDO COUNT

. COUNT FOR NOMEPECA="CHAVE DE PARAFUSO"

CONTAGEM = 00002

.





TELA 12. EXEMPLO DO COMANDO COPY

COPY FIELDS NOMEPECA,PRECO TO ARQTEMP

00005

REGISTROS COPIADOS

.





FIGURA 4. EXEMPLO DE UM RELATORIO DO dBASE

PAG. No. 00001

01/01/80

RELATORIO DO BANCO DE DADOS EXEMPLO

NOME DAS PECAS QTIDADE ESTOQMIN PRECO UNIT VALORESTOQ

00005 ALICATE, DE FIO 3/4" 11 5 3890.00 42790.00

00003 CHAVE DE PARAFUSO, CAIXA 1/4" 8 5 6190,00 4950.00

00002 CHAVE DE PARAFUSO, CAIXA 5/8" 4 6 4290.00 17160.00

00004 MARTELO, DE BOLA 1 1/2" 5 3 8150.00 40750.00

00001 MARTELO, DE ORELHA 3/4" 6 6 10880.00 65280.00

** TOTAL ** 34 215500.00





TELA 13. EXEMPLO DA PREPARACAO DO RELATORIO

. REPORT

ENTRE O NOME DO RELATORIO : B:EXEMPLO

ENTRE OPCOES : M=MARGEM ESQUERDA L=LINHAS/PAG., W=TAMANHO PAG.

CABECALHO ? (SIM=Y/NAO=N) Y

ENTRE O CABECALHO DA PAGINA : RELATORIO DO BANCO DE DADOS EXEMPLO

RELATORIO COM ESPACO DUPLO ? (SIM=Y/NAO=N) N

DESEJA TOTAIS ? (SIM=Y/NAO=N) Y

DESEJA SUBTOTAIS NO RELATORIO ? (SIM=Y/NAO=N) N

COL, TAMANHO, CONTEUDO

001 30,NOMEPECA

ENTRE O CABECALHO : NOME DAS PECAS

002 3,QTIDADE

ENTRE O CABECALHO : QTIDADE

DESEJA TOTAIS ? (SIM=Y/NAO=N) Y

003 5,ESTOQMIN

ENTRE O CABECALHO : ESTOQ MIN

DESEJA TOTAIS ? (SIM=Y/NAO=N) N

004 10,PRECO ENTRE O CABECALHO : PRECO UNIT

DESEJA TOTAIS ? (SIM=Y/NAO=N) N

005 10,QTIDADE*PRECO

ENTRE O CABECALHO : VALOR ESTOQ

DESEJA TOTAIS ? (SIM=Y/NAO=N) Y

006





TELA 14. EXEMPLO DA LOCALIZACAO DE UM REGISTRO

. LOCATE FOR NOMEPECA="ALICATE"

REGISTRO : 00005

. FIND ALICATE

.





AO TERMINAR DE USAR O dBASE , O USUÁRIO , DIGITANDO QUIT APOS O INDICADOR DE PONTO , FARÁ COM QUE O PROGRAMA ENCERRE TODOS OS ARQUIVOS ABERTOS E RETORNE AO SISTEMA OPERACIONAL , COMO MOSTRA A TELA 17 .

dBASE COMO UMA LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO

COMO VIMOS , NESSE RÁPIDO PANORAMA DO VOCABULÁRIO BÁSICO DE dBASE , OS COMANDOS INDIVIDUAIS SÃO SIMPLES E EFICIENTES . O TERMO TÉCNICO PARA ESSES COMANDOS É NÃO-PROCESSUAL . AS LINGUAGENS CONVENCIONAIS DE PROGRAÇÃO , COMO BASIC , PL/1 , FORTRAN E COBOL SÃO CHAMADAS PROCESSUAIS ; ISTO É , O USUÁRIO TEM DE FORNECEDOR A SEQUÊNCIA DE INSTRUCÕES ( UM PROGRAMA ) PARA OBTER OS RESULTADOS QUE OBTIVEMOS , USANDO COMANDOS SIMPLES DE UMA LINHA .

dBASE TEM CARACTERISTICAS TANTO PROCESSUAIS COMO NÃO-PROCESSUAIS . É UMA LINGUAGEM ESTRUTURADA SEMELHANTE , EM ALGUNS ASPECTOS , ÀS LINGUAGENS PL/1 E PASCAL . POR OUTRO LADO , TAMBÉM POSSUI MUITAS DAS CARACTERÍSTICAS " ORIENTADORAS " DA LINGUAGEM BASIC . É UM INTERPRETE NO SENTIDO DE QUE PODEMOS MONTAR PARTES OU SEÇÕES DE NOSSO PROGRAMA POR MEIO DO TECLADO PARA TESTAR NOSSA METODOLOGIA . ESSA CAPACIDADE DE ADMITIR COMANDOS PELO TECLADO TORNA O dBASE ESPECIALMENTE FÁCIL DE APRENDER .

ALGUNS ESPECIALISTAS CALCULAM QUE ENTRE 50% E 80% DOS PROGRAMAS TRADICIONAIS SÃO DEDICADOS ÀS TAREFAS DE ARMAZENAR E GERENCIAR DADOS , PREPARAR RELATORIOS E MANIPULAR TELAS . EM dBASE GRANDE PARTE DESSAS TAREFAS JÁ ESTÃO PRONTAS . O REDUZ A TAREFA DE PROGRAMÁ-LO A APENAS 20% . ELE TAMBÉM FORNECE UMA GRANDE VARIEDADE DE INSTRUMENTOS PARA SE USAR DURANTE A PROGRAMAÇÃO .

QUAIS SÃO , ENTÃO , AS DESVANTAGENS ? HÁ DUAS . PRIMEIRAMENTE , O dBASE NÃO LIDA COM MATEMÁTICA DE ALTO NÍVEL , SOMENTE COM MATEMÁTICA FINANCEIRA ( PELA VERSÃO 2.4 ) . SE AS FUNÇÕES MAIS SOFISTICADAS SÃO IMPORTANTES PARA VOCÊ , TALVEZ O dBASE NÃO POSSA CONRESPONDER AS SUAS EXPECTATIVAS .

A SEGUNDA DESVANTAGEM SERÁ NO FATO DE QUE O dBASE É UM PROGRAMA LENTO , SE COMPARADO AO FORTRAN E AO PL/1 . ISSO É PARTE DA TROCA QUE SE TEM DE FAZER : TROCA-SE A VELOCIDADE PELA CAPACIDADE E FACILIDADE DE USO . A VELOCIDADE É DE EXTREMA IMPORTÂNCIA NO MUNDO TRADICIONAL E VASTO DOS COMPUTADORES DE GRANDE PORTE . NO MUNDO DO MICRO , A VELOCIDADE REDUZIDA PODE SER ÀS VEZES IRRITANTE , MAS É DE POUCA IMPORTANCIA . ALÉM DISSO , ELA É RELATIVA . A SOMA DE DOIS NÚMEROS PODE LEVAR 7 MILISSEGUNDOS NO dBASE . DE ACORDO COM MUITOS PADRÕES , ISSO É DEMASIADO LENTO . POR OUTRO LADO , PARA O USUÁRIO DO COMPUTADOR , PARECE VIRTUALMENTE INSTÂNEO .

TUDO SOMADO , PARA O PRINCIPIANTE NA ÁREA DE COMPUTAÇÃO , dBASE É UMA EXCELENTE LINGUAGEM . GRANDE PARTE DO TRABALHO MECÂNICO DA PROGRAMAÇÃO JÁ FOI REALIZADA : A PARTE DA LINGUAGEM CONTROLADA PELO DBMS CONTROLA OS ARQUIVOS DE GERENCIAMENTO DE DADOS , A MANIPULAÇÃO DA TELA É SIMPLES E DIRETA E O GERADOR DE RELATÓRIOS PRODUZIRÁ GRANDE PARTE DA SAÍDA IMPRESSA NECESSÁRIA - ASSIM , PODE-SE CONCENTRAR EM APRENDER AQUELES PROCEDIMENTOS QUE POSSIBILITARÃO A PRODUÇÃO DE APLICAÇÕES ESPECIALIZADAS . O USUÁRIO PODE APRENDER AQUELES PROCEDIMENTOS QUE POSSIBILITARÃO A PRODUÇÃO DE APLICAÇÕES ESPECIALIZADAS . O USUÁRIO PODE APRENDER UM POUCO POR VEZ E AINDA A PRODUÇÃO DE APLICAÇÕES ESPECIALIZADAS . O USUÁRIO PODE APRENDER UM POUCO POR VEZ E AINDA OBTER UM RESULTADO SIGNIFICATIVAMENTE ÚTIL , A QUALQUER ESTÁGIO DO APRENDIZADO . MAIS CEDO OU MAIS TARDE , APRENDERÁ A UTILIZAR OS INSTRUMENTOS DE dBASE PARA FAZER COM O COMPUTADOR REALMENTE TRABALHA PARA ELE . COM A PROGRAMAÇÃO , O USUÁRIO OBTÉM RESULTADOS MAIS RAPIDAMENTE E COM MENOR ESFORÇO .





TELA 15 . EXEMPLO DO COMANDO REPLACE

. REPLACE PRECO WITH PRECO*1.1 FOR NOMEPECA="CHAVE DE PARAFUSO"

00002

SUBSTITUIÇÃO(ÕES)

. DISPLAY FOR NOMEPECA="CHAVE DE PARAFUSO"

00003 CHAVE DE PARAFUSO, CAIXA 1/4" 8 5 6809.00

00002 CHAVE DE PARAFUSO, CAIXA 5/8" 4 6 4719.00

.





TELA 16 . EXEMPLO DE EXCLUSÃO DE REGISTRO

. DELETE FOR NOMEPECA="MARTELO"

00002

ELIMINAÇÃO(ÕES)

. RECALL FOR NOMEPECA='MARTELO, DE ORELHA 3/4"'

00001

RECUPERAÇÃO(ÕES)

. PACK

PACK ( COMPACTAÇÃO ) TERMINADO 00004

REGISTROS COPIADOS

REINDEXANDO ARQUIVO - B:INVENTAR.NDX

00004

REGISTROS INDEXADOS .





TELA 17 . SAINDO DO dBASE

. QUIT

*** FIM DA EXECUÇÃO DO dBASE ***

A>





ENCARECEMOS ESSE FATO : A IDÉIA TODA ESTÁ EM FAZER COM QUE O COMPUTADOR REALMENTE O AJUDE EM SUA CONTABILIDADE ROTINEIRA E NÃO APENAS CONSEGUIR PROGRAMAS BEM FEITOS . O dBASE PODE AUMENTAR SUA PRODUTIVIDADE , MESMO QUE VOCÊ TENHA POUCA EXPERIÊNCIA NA ÁREA . COMO TEMPO É DINHEIRO , ESSE AUMENTO NA PRODUTIVIDADE É DINHEIRO NO SEU BOLSO . MESMO QUE SEJA NECESSÁRIA A RECODIFICAÇÃO EM UMA OUTRA LINGUAGEM MAIS RÁPIDA , AINDA ASSIM VOCÊ PODE USAR O dBASE COMO UMA LINGUAGEM DE ESTRUTURA . QUASE TODAS AS LIGUAGENS DE ESTRUTURA SÃO NA VERDADE , CONFERIDORES DE SINTAXE - dBASE PODE SER USADO PARA TESTAR OS PROCEDIMENTOS LÓGICOS . A ESTRUTURA E A VERIFICAÇÃO SÃO OS ELEMENTOS DA PROGRAMAÇÃO QUE MAIS CONSOMEM TEMPO . A CODIFICAÇÃO ( ESPECIALMENTE A RECODIFICAÇÃO ) TEM CONSEQUÊNCIAS RELATIVAMENTE INSIGNIFICANTES .

NO CAPÍTULO 2 , VAMOS EXAMINAR A PROGRAMAÇÃO PARA PRINCIPIANTE .

UM RESUMO DA HISTÓRIA DO dBASE

A HISTÓRIA DO dBASE LEVA-NOS ATÉ MEADOS DA DÉCADA DE 60 E A UM SISTEMA GERENCIADOR DE INFORMAÇÕES CHAMADO RETRIEVE , QUE FOI COMERCIALIZADO PELA TYMSHARE CORPORATION . O JET PROPULSION LABORATORY , EM PASADENA , CALIFÓRNIA , USOU O RETRIEVE ATÉ O FINAL DA DÉCADA DE 60 QUANDO ADQUIRIU OS COMPUTADORES UNIVAC 1108 . JEB LONG , UM NOVO PROGRAMADOR NO JPL , RECEBEU A INCUMBÊNCIA DE ESCREVER UM PROGRAMA QUE PUDESSE EXECUTAR AS MESMAS FUNÇÕES QUE O RETRIEVE . O NOVO SISTEMA GERENCIADOR DE ARQUIVOS , QUE LONG DESENVOLVEU , CHAMOU JPLDIS . ESSE SISTEMA CONTINUOU A EVOLUIR NOS VÁRIOS ANOS SEGUINTES E AINDA É USADO EM MUITOS DOS COMPUTADORES DO TIPO UNIVAC 1100 .





NO FINAL DA DÉCADA DE 70 , WAYNE RATLIFF , QUE TRABALHAVA NO JPL , SOB CONTRATO , COM MARTIN MARIETTA , COMEÇOU A SE INTERESSAR POR MICROCOMPUTARES , RATLIFF ERA UM DOS AMIGOS DE JEB E COMEÇOU A DESENVOLVER UM SISTEMA QUE , PARA O USUÁRIO , ERA MUITO SEMELHANTE AO JPLDIS . CONTA A HISTÓRIA QUE WAYNE DESENVOLVEU A VERSÃO INICIAL DO SEU SISTEMA DE BANCO DE DADOS COM O OBJETIVO DE GANHAR APOSTAS DE FUTEBOL ! WAYNE COMERCIALIZOU ESSA VERSÃO JPLDIS SOB O NOME DE VULCAN .

EMBORA RAPIDAMENTE SE DESENVOLVESSE ATÉ O PONTO DE ADQUIRIR SEU PRÓPRIO CARÁTER E PERSONALIDADE , O VULCAN NÃO CONSEGUIU MUITAS VENDAS : EM 1980 ELE POSSUÍA SOMENTE SESSENTA CLIENTES . ENTÃO UM EMPRESÁRIO , GEORGE TATE , ENTROU EM CENA APÓS VER UM ANÚNCIO VULCAN EM UMA PUBLICAÇÃO SOBRE COMPUTADORES . LOGO DEU-LHE UM NOVO NOME - dBASE - E UMA NOVA COMPANHIA A ASHTON-TATE , QUE FOI FORMADA PARA COMERCIALIZÁ-LO . O RESTO É HISTÓRIA .





CAPÍTULO DOIS



COMO COMEÇAR A PROGRAMAR

O PRINCIPIANTE EM PROGRAMAÇÃO VERIFICARÁ QUE , NA VERDADE , NÃO É DIFÍCIL .

PARA SE TER UMA IDÉIA , SUPONHAMOS QUE TEMOS UM BANCO DE DADOS CHAMADO ESCOLA . QUE CONSISTE INFORMACOES SOBRE ESTUDANTES DO PRIMEIRO GRAU . NESTE CAPÍTULO VAMOS EXAMINAR PROGRAMAS QUE CONTAM ESTUDANTES . SE JÁ ESTIVER FAMILIARIZADO COM OS FUNDAMENTOS DA PROGRAMAÇÃO COM O dBASE , DEIXE-O DE LADO E PROSSIGA NO CAPÍTULO 3 .

NATURALMENTE , UM DOS MÉTODOS DE CONTAR OS ESTUDANTES , CLASSE A CLASSE , CONSISTE EM USAR DIRETAMENTE O TECLADO , COMO NA TELA 1 .

OUTRA ALTERNATIVA SERIA ESCREVER UM PROGRAMA EM dBASE SIMPLES , COMO O PROGRAMA 1 .

NÃO HÁ QUALQUER DIFERENÇA PRÁTICA ENTRE DIGITAR OS COMANDOS UM POR VEZ , USANDO O TECLADO , E DIGITÁ-LOS EM UM PROGRAMA .

OS PROGRAMAS EM dBASE SÃO CHAMADOS COMMAND FILES ( ARQUIVOS DE COMANDO ) . PARA ESCREVER UM PROGRAMA , SIMPLESMENTE DIGITAM-SE OS COMANDOS NO COMPUTADOR , USANDO UM PROGRAMA EDITOR DE TEXTO COMO O WORDSTAR® , OU O COMANDO DO dBASE , FORNECIDO EXATAMENTE COM ESSE OBJETIVO - O MODIFY COMMAND ( COMANDO MODIFY ) .

QUANDO SE USA O MODIFY COMMAND , O COMPUTADOR SOLICITA UM NOME PARA O PROGRAMA O QUAL DEVE ESTAR DE ACORDO COM AS REGRAS PARA NOMES DE ARQUIVO . O MODIFY COMMAND ACRESCENTARÁ OS CARACTERES .PRG ( PARA OS COMPUTADORES DO TIPO IBM PC ) OU .CMD ( PARA COMPUTADORES COM O SISTEMA CP/M ) , APÓS O NOME DO ARQUIVO . ESSES CARACTERES INDICAM AO dBASE QUE O ARQUIVO É UM PROGRAMA .

QUANDO O NOME DO ARQUIVO É DIGITADO , A TELA FICA LIMPA E O CURSOR É POSICIONADO EM SUA PARTE SUPERIOR . PODEMOS ENTÃO TECLAR OS COMANDOS , UMA LINHA POR VEZ , COMO MOSTRA O PROGRAMA 1 . CANCEL INDICA O FIM DO PROGRAMA .

AO TERMINAR DE DIGITAR OS COMANDOS , TECLE CONTROL-W PARA GRAVAR O ARQUIVO NO DISCO .





OUTRO MODO DE ESCREVER PROGRAMAS CONSISTE EM USAR UM PROGRAMA EDITOR DE TEXTO . A MAIORIA DOS EDITORES DE TEXTO TEM UM MODO ESPECIAL PARA ESCREVER PROGRAMAS . EM WORDSTAR , ESSE MODO É O " NÃO DOCUMENTO " - OPÇÃO N . PODERÃO OCORRER EFEITOS ESTRANHOS SE VOCÊ , ACIDENTALMENTE , ESCREVER UM PROGRAMA USANDO O MODO DE DOCUMENTO , PODER-SE-Á COPIÁ-LO NOVAMENTE SOBRE ELE MESMO , USANDO PIP COM OPÇÃO Z . SE USARMOS UM OUTRO EDITOR DE TEXTO , DEVEREMOS CONSULTAR O MANUAL DO USUÁRIO PARA NOS ASSEGURAR DE QUE ESTAMOS USANDO O MODO APROPRIADO .

TELA 1 . EXEMPLO DO COUNT , DO dBASE

. USE ESCOLA

. COUNT FOR CLASSE="1"

78

. COUNT FOR CLASSE="2"

81

. COUNT FOR CLASSE="3"

79

. COUNT FOR CLASSE="4"

74

. COUNT FOR CLASSE="5"

80

. COUNT FOR CLASSE="6"

81






PROGRAMA 1 . EXEMPLO DE UM PROGRAMA DE CONTAGEM SIMPLES : CONTADOR

USE ESCOLA

COUNT FOR CLASSE="1"

COUNT FOR CLASSE="2"

COUNT FOR CLASSE="3"

COUNT FOR CLASSE="4"

COUNT FOR CLASSE="5"

COUNT FOR CLASSE="6"

CANCEL






PROGRAMA 2 . EXEMPLO DE UM PROGRAMA DE CONTAGEM SIMPLES : CONTADOR COM APRESENTACAO DOS COMANDOS NA TELA

SET ECHO ON

USE ESCOLA

COUNT FOR CLASSE="1"

COUNT FOR CLASSE="2"

COUNT FOR CLASSE="3"

COUNT FOR CLASSE="4"

COUNT FOR CLASSE="5"

COUNT FOR CLASSE="6"

SET ECHO OFF

CANCEL


NOME DO PROGRAMA 2 : CONTADOR.PRG






COMO CONSEGUIMOS FAZER O dBASE EXECUTAR UM PROGRAMA ? ISSO É REALIZADO USANDO-SE O COMANDO DO SEGUIDO DO NOME DO ARQUIVO DO PROGRAMA . PODEMOS EXECUTAR O PROGRAMA CHAMADO CONTADOR DIGITANDO DO CONTADOR APÓS UM NDICADOR DE PONTO .

. DO CONTADOR

QUANDO NOSSO PROGRAMA SE ENCERRA , O dBASE RETORNA O SEU MODO DE TECLADO E O INDICADOR DE PONTOS APARECE NA LINHA SEGUINTE . A SUA EXECUÇÃO PELO COMPUTADOR TERIA A APARENCIA DA TELA 2 .

NO MODO NORMAL DE TECLADO , dBASE REALIZA UMA COMUNICAÇÃO NOS DOIS SENTIDOS COM O USUÁRIO . ESTE DIGITA UM COMANDO E O dBASE IMPRIME A RESPECTIVA RESPOSTA . TANTO O COMANDO COMO A RESPOSTA SÃO VISÍVEIS NA TELA . ENTRETANTO , QUANDO UM PROGRAMA É EXECUTADO , OS COMANDOS GERALMENTE NÃO SÃO EXIBIDOS - SOMENTE AS RESPOSTAS O SÃO .

SE QUISER COMBINAR COMANDO E RESPOSTA USE SET ECHO ON/OFF , QUE POSSIBILITA VER OS COMANDOS NA FORMA EXATA EM QUE OS ESCREVEMOS NO PROGRAMA .

O PROGRAMA 2 GERARÁ A TELA 3 .

NESTE PONTO , VAMOS DEIXAR DE LADO NOSSOS EXEMPLOS DE DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAÇÃO E RESUMIDAMENTE DISCUTIR A SINTAXE DOS COMANDOS dBASE .

ESTRUTURA DOS COMANDOS DO dBASE

OS COMANDOS DEVEM SER FORNECIDOS NA SINTAXE CORRETA . CADA COMANDO dBASE INICIA COM UM VERBO ( O COMANDO BÁSICO ) . MUITOS COMANDOS TAMBÉM PODEM TER COMPLEMENTOS PARA ADAPTÁ-LOS DE MODO A PODEREM ATENDER A UM OBJETIVO ESPECÍFICO . POR EXEMPLO :

DISPLAY [ SCOPE ] [ < EXP LIST > ] [ FOR < EXP > ]

[ OFF ]

ESSA É A SINTAXE DO COMANDO DISPLAY . OS COLCHETES INDICAM QUE O ITEM ENTRE ELES É OPCIONAL . QUANDO USADO SEM COMPLEMENTOS , O COMANDO DISPLAY EXIBE SOMENTE O REGISTRO ATUAL DO BANCO DE DADOS .





O SCOPE ( TAMANHO ) E A ABRANGÊNCIA DO COMANDO EM QUESTÃO . SE NADA FOR ESPECIFICADO , O SCOPE ASSUMIRÁ AS ESPECIFICAÇÕES DO REGISTRO ATUAL . A SINTAXE PERMITIDA PARA ELE É ALL ( PARA TODO O BANCO DE DADOS ) OU ENTÃO NEXT N ( PRÓXIMOS N REGISTROS ) , ONDE N É UM NÚMERO . SE FOR USADA A OPÇÃO FOR O SCOPE ASSUMIRÁ SEMPRE ALL , A MENOS QUE O USUÁRIO O RESTRINJA COM O USO DO NEXT N .

< exp list > POSSIBILITA ESPECIFICAR O QUE DEVE SER EXIBIDO . A CADA COMANDO QUE POSSIBILITA ESPECIFICAR , < exp list > ASSUME TUDO OU NADA . VOCÊ PODE ESPECIFICAR NOMES DE CAMPO , VARIÁVEIS DE MEMÓRIA ( MEM VARS ) , OPERAÇÕES EM CAMPOS E MEM VARS E TEXTOS CONTIDOS POR DELIMITADORES . UM EXEMPLO DE < exp list > SERIA ESTE :

NOME , SALA , CLASSE , NOTA*100

' DADOS SOBRE O ALUNO '




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